sexta-feira, setembro 29, 2017

ODE A UMA PAIXÃO


Afortunados são os que alguma vez já se apaixonaram na vida.

Eu sou um deles. Aliás, eu tenho a felicidade de ter me apaixonado várias vezes pela mesma mulher, ao longo de vários anos.

Parece clichê sentimental, mas vou lhe explicar.

Meu relacionamento, por vários motivos, nunca foi diário, e por um bom tempo, nem houve um contato pessoalmente, o que é angustiante por um lado, mas vendo agora por esse prisma histórico, fez tudo ser diferente, crescente, tântrico.

Aprendi primeiramente a ser amigo, confidente, íntimo nas emoções. Ela é minha melhor amiga.

A beleza dela é destacada. Disso não há dúvidas. Fisicamente. Mas a personalidade dela é muito bela também, e a cada descoberta, a cada risada, a cada atitude que nem sei explicar, mas sei sentir, me dava uma injeçãozinha de paixão. Teclar com ela já não bastava. Ouvir a voz dela, não bastava também. Vê-la em um retângulo de 5 ou 20 polegadas, também não.

Mas não se enganem. Não tem nada de platônico nisto. This girl is on fire. Ela é um mulherão, daquelas que sabe e diz o que quer. Que sente a vontade de um abraço, de um beijo, uma pegada. Coisa que sinceramente não estava acostumado a ver apontado para mim. Tome-lhe shot de paixão.

Sim, hoje sou outro homem e graças a ela. Ela me fez ver que tenho qualidades, que posso me achar interessante. Senti-me desejado como nunca antes, e como fez bem pela minha auto-estima!

A urgência em nos vermos crescia. Sim, acabamos por nos conhecer, tive-a próxima a mim, mas como nada nessa história é convencional, não tivemos o outro por completo. Ainda não. Mas nossa curva do relacionamento nunca foi acentuada, vamos a mais um aumento gradual em nossa relação, e em nossa paixão.

Tivemos alguns momentos de afastamento, até algumas mágoas aconteceram. Chegamos a imaginar que nunca mais nos veríamos nem nos falaríamos, mas alguma coisa, seja terrena, espiritual ou cósmica (ok, mais um clichê meus amigos, mas deixa estar, essa história merece!) nos trazia sempre de volta um ao outro.

Mas vamos lá, essa não é uma história de príncipe e princesa, é a vida real, e a paixão clama por uma intimidade. Meu desejo por ela estava incontrolável, e quando a tive por completo, meus amigos, é algo que não consigo descrever. A ansiedade e a insegurança acabaram, e ficou só o fogo. Nunca desfrutei dos prazeres da carne assim. Nunca havia sentido a paixão tão incendiada como aconteceu. Momentos especiais que nunca sairão do meu íntimo.

Tivemos alguns outros momentos assim, essa proximidade nos deu a certeza de que temos algo alem do mundano. Não sei explicar (mais uma vez), mas ela é A mulher. Sorte de quem encontrar alguém assim.

Ok, deixa eu contar uma coisa pra vocês, mas acho que vocês já sabem. Essa não é somente uma história de paixão. É uma história (também) de amor. Ah, eu sou sentimental às vezes, me deixa!

Não, não somos um casal tradicional, não nos vemos diariamente, mas pera lá, não me julgue. Você pode muito bem dormir com alguém ao seu lado e nem dizer eu te amo, nem fazer carinho no seu companheiro.

Tenho muito amor por ela, muita paixão também, meu coração palpita sempre que me aproximo dela. 

Meu coração é dela, e afortunados são aqueles cujos corações estão na mão de um outrem!


* Ao som de OutroEu - O Que Dizer De Você?

quinta-feira, março 24, 2016

Inseparáveis

Inseparáveis.
É o que somos.

A gente tenta ficar longe, não se falar.
Mas a saudade vem. O pensamento não para de nos trazer de volta.

Tivemos nosso momento juntos. Olhei nos seus olhos, senti seu cheiro, me arrepiei com seu corpo. Achei que nunca teríamos isso.

Mas, não devíamos mais nos falar. Eu não devia mais pensar em você, imaginar sua presença ao meu lado, seja com amigos, seja em um ponto turístico, seja na cama. Mas é o que acontece. Não consigo controlar.

Nem sempre é correto o desejo que sai de mim.


Inspirado em “Suricato – Inseparáveis”

sexta-feira, outubro 10, 2014

O Canalha



Sempre ouvi minhas amigas mulheres falarem do homem canalha, que vive uma ilusão com elas e depois joga tudo pelo ralo, às vezes até confessando mentiras e as mal tratando
E eu sempre as consolei, sempre disse que homem é canalha, para elas não se sentirem mal pois elas são especiais, e são eles que possuem falhas.
Pois eu fui o canalha da vez.
Eu e minha branquinha gaucha nos apaixonamos. Passou a ser mais do que somente carinho, vontade, desejo ou carência. Aliás, foi mais do que paixão. Foi amor. Estávamos completamente caídos um pelo outro. E isso afetou minha outra vida. Eu já demonstrava a todos em volta que minha esposa não era o meu amor, que eu tinha um outro amor, e as coisas estavam caminhando para explodir cedo ou tarde.
Minha esposa notou, e quando mulher quer, ela descobre. E descobriu. Cheguei a uma encruzilhada em que devia decidir onde eu seria canalha, pois canalha eu já era. E não consegui ficar longe do meu filho, e não dei conta de me separar de alguém por quem eu sentia responsabilidade de cuidar, e que queria fazer dar certo.
E no meu atropelo, fiz muita coisa errada com minha gaúcha. E a magoei demais.
Me arrependo amargamente de não ter conversado com ela na época como ela merecia, acho que fiz ela se sentir um pouco usada, jogada fora.  Não pensei direito na ocasião.
Fui canalha, fiz um mal enorme a ela, e fiz ela ter ódio de mim. Com razão.
Sinto muita falta da minha paixão por ela. Mas sinto mais ainda de nossa amizade.
Penso muito nela, sempre! De nossas conversas, de nossos conselhos, de nossa intimidade, de cada jeito dela. Do jeito dela olhar, sorrir, o jeito dela falar, eu sabia exatamente o que ela pensava e o que ela diria.
Ela é muito especial, e exatamente por isso, sei que procurá-la só vai fazer mal a ela.
Quero vê-la feliz, e ela hoje não será feliz se eu ficar atrás dela.
Quem sabe um dia ela não resolve me dar um oi, dizer que está bem, e dizer que me perdoa.

Acho que não acontecerá, mas é o que me resta. Não vou me aproximar. Amo-a demais para fazê-la sofrer de novo...



Hoje eu vejo que não consigo entender
O que houve entre nós
Eu ainda consigo ouvir sua voz
Me dizendo o que eu já sei

Tudo tem um começo e um fim
Eu vejo a dor em seu olhar
E mesmo sem querer eu te deixo partir
Pra que possa tentar ser feliz outra vez
Recomeçar

E quando eu me perco em suas memórias
Vejo o espelho contando histórias
Sei que é difícil de esquecer essa dor
E quando penso no que vivemos
Fecho os olhos, me perco no tempo
Pra mim não acabou

Tudo tem um começo e um fim
Eu vejo a dor em seu olhar
E mesmo sem querer eu te deixo partir

Banda Malta - Memórias




terça-feira, julho 30, 2013

A Contradição da Paixão



Não! Não quero amor!

Naquele dia você me pediu muito amor, e eu dei    
Mas hoje você mexeu comigo
Hoje você me deixou com desejo, com tesão
Hoje quero mostrar o homem que você me ensinou a ser
Quero arrancar sua roupa como um bicho
Beijar seu corpo com lábios fortes
Te chupar até você pedir para parar, sem fôlego
Te chamar de gostosa, safada, delícia
Te pegar de 4, apertar sua cintura, apertar com força sua cintura
Fazer você me cavalgar com vontade, rebolar, suar
Ver sua cara de tesão, ouvir seus gemidos, sentir seus orgasmos
Mas uma regra nesse sexo selvagem eu tenho que quebrar
Vou beijar muito a sua boca
Porque adoro tua boca
Porque eu adoro gozar com um beijo
E porque, no fim das contas, eu te amo e quero seu amor
É, eu quero amor. Não dá pra ser diferente

A contradição da paixão!

terça-feira, abril 16, 2013

Pensamentos Vulgares



Quando você me pergunta o porquê desta provocação, eu digo: porque você me atrai.

Quero você. Quero sentir seu cheiro, provar sua boca, tirar sua roupa, e te ter para mim.

Você não é adolescente, nem tem corpo escultural? Ainda bem, meninas que não sabem o que fazem com o corpo e com a cabeça não me atraem. Atrai-me a mulher que sabe olhar nos olhos, sabe abraçar, sabe rebolar, sabe chupar, sabe se dar para seu homem, sem pudor, sem frescura. E você sabe isso tudo. O seu jeito não me deixa dúvidas.

Você não quer se entregar, não quer me dizer que está gostando, que está querendo. Mas solte suas amarras, quero ver o tesão que sei que você tem por mim. Provoque-me, deixe-me com mais vontade de você. Não quero mais esse papo de amiga, de que é melhor não se aproximar. Sei bem que o que você tem em seus pensamentos e é o mesmo que eu tenho.

Sou canalha, sou safado. Sou casado, e quero te possuir. Você sabe disso. Mas, mesmo que você finja se importar, você simplesmente não liga para isso quando pensa em mim enquanto se toca, quando imagina meu corpo junto ao seu, te comendo, te fazendo gemer, te fazendo gozar. 

Isso não leva a nada? Discordo. Fantasiar é bom, sentir tesão é bom, e acumular essa vontade toda é bom demais, porque um dia, não tenho dúvidas, vamos nos ver. E aí, querida, que os Deuses saiam de perto, porque o chão vai tremer. E você vai gozar como nunca achou que faria.

sexta-feira, abril 05, 2013

Ah, sedutora!



Eu sou o cara que seduz. Que gosta de provocar aquela mulher casadinha que sente falta de uma trepada com tesão. Que gosta de provocar aquela solteirinha pouco experiente que quer se jogar ao prazer mas tem medo. Que gosta de provocar aquela mulher separada que está morrendo de vontade de viver novamente um sexo com desejo. Normalmente, é com essas mulheres que acabo saindo.
E, o que acontece? Eu comando, eu seduzo, eu me dedico a dar prazer a elas. Eu sinto prazer em dar prazer. Aumenta minha auto-estima saber que agradei, que elas sentem atração, desejo, tesão por mim. Gozo em saber que fiz gozar com meu jeito, com minha boca, com minha pegada.
Mas tenho uma amiga, uma amiga em especial que é linda, inteligente, agradável, gostosa, jovem, solteira e tarada. Uma mulher que é uma versão feminina de mim no jeito como vê o sexo. Ela pensa no sexo como algo para curtir, relaxar, trocar carícias, gozar e ser feliz. Sem pensar em sentimentos, sem pensar em compromissos. E ela também sente prazer em dar prazer. Ela quer saber se o homem está feliz, realizado, ao ir pra cama com ela.
Eis que quando saímos, ela assumiu o papel de ser a mulher que seduz, que é o objeto de desejo. Isto foi diferente para mim, mas confesso que adorei.
Adoro mulheres sedutoras. E adorei quando ela falou em meu ouvido que ela estava finalmente fazendo o que eu queria tanto, e me perguntou se eu não estava morrendo de vontade de dar um beijo nela, de tirar a roupa dela, de chupar seus seios, de acariciar o bumbum dela, e ao fazer isto, deixava cada um desses fatos acontecer.
Mulheres, façam isso com seus companheiros. Ela me levou à loucura com isto. E para completar, quando sentei na cama, doido de tesão, ela se ajoelhou e começou a fazer um oral delicioso em mim. Aquilo estava tão perfeito, tão prazeroso, que pela primeira vez pedi para uma mulher parar tudo. Eu estava a ponto de gozar deliciosamente como certamente nunca tinha feito. Mas, eu quero dar prazer também. Não vou ser derrotado por ela assim tão facilmente.
Deu-se um jogo sexual naquele quarto. Eu joguei-a deitada na cama e comecei a chupá-la, do jeito que adoro fazer e que sei que agrada. Ela não queria, de início, mas por fim relaxou e deixou-me tocar, beijar e chupar entre suas pernas até que ela finalmente gozou. E reclamou. Que eu não devia fazer aquilo, que eu é que tenho que gozar, que ela não deixa que façam assim com ela. Mas eu sou o sedutor, e não deixaria ela ganhar o jogo assim facilmente de mim.
Fui tomar um banho enquanto ela se recuperava, e quando saio, ela está lá, deitadinha, com aquele bumbum perfeito refletido no espelho. Eu, já com olhar tarado, puxo-a para mim de 4, e faço dela minha cachorrinha. Delicioso, e assim eu gozo, aquele gôzo a tanto desejado por mim.
Deitados, conversamos. E aí me lembro do maior motivo pelo qual a tenho como amiga há muito tempo. Adoro o sorriso dela, o jeito menina sapeca dela, o olhar alegre que ela tem. E nossa amizade, já bem sincera, se amplifica em nossa conversa, em nossas brincadeiras e provocações, agora inocentes. Carinho no cabelo, dedinho no rosto. Sexo e carinho, adoro essa combinação.
E um carinho vira um beijo. Um beijo vira um tesão. E eis que ela está me cavalgando, me dominando. E ela goza, sem me dar tempo. Ela tem prazer em dar prazer. E quando ela cai na cama, com o bumbum virado para mim, é minha hora de gozar. E é bom demais essa troca de poder, de comando.
E o dia acaba, e temos que ir embora.
E foi um sexo delicioso com uma amiga que ficou mais íntima, mais parceira, e cujo carinho entre a gente só aumentou.
As pessoas poderiam pensar no sexo mais dessa forma, só sexo. Carinho, alegria, prazer. É assim que vejo o sexo!
E este foi o dia em que eu tomei uma aula. Ah, sedutora!

segunda-feira, fevereiro 25, 2013

Viciante!


O que seria a tão falada química entre 2 pessoas? Atração física? Beijo bom? Sintonia na cama? Cheiro? A fase da mulher? Não, essa resposta não pode ser dada por mim. O que eu sei é que às vezes dá química, e às vezes não.

Mesmo eu achando uma pessoa atraente, se o beijo não “der liga”, me brocha totalmente. Pode não encaixar, não ser gostoso, sei lá... E quando o beijo não é bom, já sei que a coisa não vai andar. Pra mim, beijo é sempre muito importante! Meu melhor sexo com outra mulher que não a minha tinha sido o melhor beijo também!

Após algum tempo sem me permitir conhecer outra mulher, eis que conheço uma pessoa diferente das outras. É, pela internet, coisas da vida moderna! E a química na conversa já acontece, e com isso, a vontade de conhecer pessoalmente aumenta também!

Fisicamente não dava ainda para avaliar muito, mas os cabelos negros, a pele bem bronzeada, tudo sugeria uma mulher com forte presença sensual, aquela coisa de pele que tanto falo que é necessário! Viagem minha? Talvez, mas fantasiar é sempre bom, e só aumentava minha vontade!

Fantasiar é um exercício para uma pessoa. E que tal tornar isso uma brincadeira de dois? Provocar é muito bom! E eu a provoquei, e ela também me provocou! Resultado? Tesão, desejo, ansiedade por tornar isto tudo real!

Acabamos por nos encontrar. Linda, forte personalidade, e transbordando a sensualidade que eu imaginei que ela teria.

Quando entramos no quarto, acontece aquele primeiro beijo com desejo! Delicioso! Excitante! Ela se deixa levar, e sobe em mim, fica sentadinha em meu colo enquanto tiro sua roupa, e vejo aquele bronzeado! Sim, sou tarado por marcas de biquíni, sou carioca porra! Seios rosinha, pele branquinha onde o sol não pega, e o dourado no resto do corpo! Seios que cabem direitinho em minha boca, e como eu os chupei!!!!

E aconteceu algo que raramente aconteceu em minhas saídas! Ela retribuiu cada toque, cada mensagem ao pé do ouvido, cada gemido! Ela se entregou ao desejo, ela me desejou tanto quanto eu a desejei, e foi uma sensação deliciosa! Parece óbvio o que digo aqui, mas nem sempre as coisas acontecem deste jeito! Sim, rolou uma química deliciosa!

Ela nua em cima de mim, roçando seu clitóris em meu pênis, ia me deixando louco, tonto, mole de tanto tesão! E perceber que ela gozou fazendo isto, me deixou muito tarado! 

O sexo oral é algo maravilhoso, mas que pouco recebo em casa, o que me frustra muito! Pois ela me matou a saudade de uma boca quente beijando e chupando com vontade, preocupada em dar prazer, em me fazer latejar de tanto tesão! Todo homem sabe, quando o oral é bom, temos que nos segurar para não adiantar o que deve ser saboreado por muito tempo! E eu me segurei bastante! Retribuí com o oral também, coisa que amo fazer, até a mulher não aguentar e me pedir para parar, pois gozou! E sim, ela gozou novamente na minha boca! 

Coloquei-a de 4 pois ela falou que adora assim! Olha que sorte a minha! Mulher que gosta de dominar, mas na hora de virar minha cachorrinha, gosta que pegue com força, que faça rápido com mãos firmes na cintura. Sim, coisa de pele! E os gemidos que ela deu nesta hora, foi uma coisa maravilhosa!

E terminamos no inocente papai e mamãe. Por quê? Porque gosto de ver o rosto de tesão dela, se arrepiando de prazer. Porque gosto de beijar na boca. Porque gosto de gozar olhando nos olhos.

E assim acabo o relato do sexo com mais química que tive com alguém.

Viciante!