segunda-feira, setembro 26, 2016

SACARINHO


E eis que no meio do dia, eu te sequestro. Não digo aonde vou. Você resmunga um pouco quando embico o carro no estacionamento do motel. Mas eu te digo que só quero conversar com privacidade, para não se preocupar que não farei nada que você não queira. “Relaxa e curte esse momento” – eu digo.

Somente quando descemos do carro te dou um beijo. Até então, você estava muito tensa com medo de ser vista por alguém da redondeza. Você me beija com vontade também, aperta meu corpo para perto do seu. Você está com vontade, mas não vai admitir que quer tudo de mim.

Entro no quarto e nada faço. Vou tomar um banho, e digo para ficar à vontade. Volto somente de toalha, você ainda de roupa, mas deitada na cama bem relaxada. Deito do seu lado e começo a conversar, sobre a vida, faculdade, relacionamentos.

Mas não sou só amigo. Eu faço isso fazendo carinho, beijando sua boca, passando minha mão pelo seu corpo. E deixo você me acariciar também. Deixo minhas pernas grossas aparecendo entre a toalha, e o volume que cresce também é facilmente notado.

A conversa continua com carinhos no cabelo, beijo no pescoço, e tiro sua blusa, sua saia. Você fica só de lingerie, chega o corpo mais pra perto de mim, e nosso coração se acelera, o desejo fica mais forte. Tiro seu sutiã rapidamente, e beijo seus seios, primeiro de forma bem carinhosa, depois chupo com mais força. Você dá uns gemidos, acaricia meu cabelo, e fala que está muito gostoso, mas que não é para eu fazer mais nada contigo.

Você retribui meu carinho com sacanagem. Já beija meu pescoço também, morde meu ombro, e sua mão tira minha toalha e toca meu membro. Bem ereto. Sinto um arrepio e deixo você brincar mais. Acabo deitando na cama e deixo sua boca ir descendo até que você possa me chupar. Você chupa devagar, meio que também só dando carinho, sem dizer que quer um sexo frenético, e que está só fazendo sacanagem com carinho. Mal sabe você que uma chupada lenta deixa qualquer homem doido de tesão e em completa agonia.

Quando você sente meu corpo se contorcendo, e meus gemidos de prazer, você muda. Você faz cara de safada. Uma fisionomia que não é comum ver em você, sempre tão contida. Você não precisa dizer nada, sei bem o que isso significa. Tiro sua calcinha e você sobe em mim. Começo a te chupar também, em um 69 delicioso. Sem pressa, sem cobrança. Você toda molhadinha é um convite a minha língua, e não demora muito até eu sentir que sua boca me solta as vezes para gemer, para curtir o gozo que vem e que te faz parar por alguns segundos em completo êxtase.

Peço então para você me cavalgar. Adoro transar com você assim. Enquanto você sobe e desce, bem devagar, chupo mais seus seios. Mordo seu ombro. Chupo seu pescoço. Aperto sua cintura. Puxo seu cabelo. Está fora de ordem, não sei mais direito o que aconteceu. Quando você sente que estou quase explodindo, você rebola com mais força, e beija minha boca com muita vontade, tirando meu fôlego. Eu gozo muito, com muita intensidade, fico todo bambo, tremendo sem parar.

OK, não passamos um dia todo juntos. Logo voltamos à realidade de nosso trabalho. Foi aquele almoço rápido. Mas foi uma delícia.


O que mais gosto é nosso sacarinho. Sacanagem com muito carinho. Quando vamos de novo?

quinta-feira, março 24, 2016

Inseparáveis

Inseparáveis.
É o que somos.

A gente tenta ficar longe, não se falar.
Mas a saudade vem. O pensamento não para de nos trazer de volta.

Tivemos nosso momento juntos. Olhei nos seus olhos, senti seu cheiro, me arrepiei com seu corpo. Achei que nunca teríamos isso.

Mas, não devíamos mais nos falar. Eu não devia mais pensar em você, imaginar sua presença ao meu lado, seja com amigos, seja em um ponto turístico, seja na cama. Mas é o que acontece. Não consigo controlar.

Nem sempre é correto o desejo que sai de mim.


Inspirado em “Suricato – Inseparáveis”

sexta-feira, outubro 10, 2014

O Canalha



Sempre ouvi minhas amigas mulheres falarem do homem canalha, que vive uma ilusão com elas e depois joga tudo pelo ralo, às vezes até confessando mentiras e as mal tratando
E eu sempre as consolei, sempre disse que homem é canalha, para elas não se sentirem mal pois elas são especiais, e são eles que possuem falhas.
Pois eu fui o canalha da vez.
Eu e minha branquinha gaucha nos apaixonamos. Passou a ser mais do que somente carinho, vontade, desejo ou carência. Aliás, foi mais do que paixão. Foi amor. Estávamos completamente caídos um pelo outro. E isso afetou minha outra vida. Eu já demonstrava a todos em volta que minha esposa não era o meu amor, que eu tinha um outro amor, e as coisas estavam caminhando para explodir cedo ou tarde.
Minha esposa notou, e quando mulher quer, ela descobre. E descobriu. Cheguei a uma encruzilhada em que devia decidir onde eu seria canalha, pois canalha eu já era. E não consegui ficar longe do meu filho, e não dei conta de me separar de alguém por quem eu sentia responsabilidade de cuidar, e que queria fazer dar certo.
E no meu atropelo, fiz muita coisa errada com minha gaúcha. E a magoei demais.
Me arrependo amargamente de não ter conversado com ela na época como ela merecia, acho que fiz ela se sentir um pouco usada, jogada fora.  Não pensei direito na ocasião.
Fui canalha, fiz um mal enorme a ela, e fiz ela ter ódio de mim. Com razão.
Sinto muita falta da minha paixão por ela. Mas sinto mais ainda de nossa amizade.
Penso muito nela, sempre! De nossas conversas, de nossos conselhos, de nossa intimidade, de cada jeito dela. Do jeito dela olhar, sorrir, o jeito dela falar, eu sabia exatamente o que ela pensava e o que ela diria.
Ela é muito especial, e exatamente por isso, sei que procurá-la só vai fazer mal a ela.
Quero vê-la feliz, e ela hoje não será feliz se eu ficar atrás dela.
Quem sabe um dia ela não resolve me dar um oi, dizer que está bem, e dizer que me perdoa.

Acho que não acontecerá, mas é o que me resta. Não vou me aproximar. Amo-a demais para fazê-la sofrer de novo...



Hoje eu vejo que não consigo entender
O que houve entre nós
Eu ainda consigo ouvir sua voz
Me dizendo o que eu já sei

Tudo tem um começo e um fim
Eu vejo a dor em seu olhar
E mesmo sem querer eu te deixo partir
Pra que possa tentar ser feliz outra vez
Recomeçar

E quando eu me perco em suas memórias
Vejo o espelho contando histórias
Sei que é difícil de esquecer essa dor
E quando penso no que vivemos
Fecho os olhos, me perco no tempo
Pra mim não acabou

Tudo tem um começo e um fim
Eu vejo a dor em seu olhar
E mesmo sem querer eu te deixo partir

Banda Malta - Memórias




terça-feira, julho 30, 2013

A Contradição da Paixão



Não! Não quero amor!

Naquele dia você me pediu muito amor, e eu dei    
Mas hoje você mexeu comigo
Hoje você me deixou com desejo, com tesão
Hoje quero mostrar o homem que você me ensinou a ser
Quero arrancar sua roupa como um bicho
Beijar seu corpo com lábios fortes
Te chupar até você pedir para parar, sem fôlego
Te chamar de gostosa, safada, delícia
Te pegar de 4, apertar sua cintura, apertar com força sua cintura
Fazer você me cavalgar com vontade, rebolar, suar
Ver sua cara de tesão, ouvir seus gemidos, sentir seus orgasmos
Mas uma regra nesse sexo selvagem eu tenho que quebrar
Vou beijar muito a sua boca
Porque adoro tua boca
Porque eu adoro gozar com um beijo
E porque, no fim das contas, eu te amo e quero seu amor
É, eu quero amor. Não dá pra ser diferente

A contradição da paixão!

terça-feira, abril 16, 2013

Pensamentos Vulgares



Quando você me pergunta o porquê desta provocação, eu digo: porque você me atrai.

Quero você. Quero sentir seu cheiro, provar sua boca, tirar sua roupa, e te ter para mim.

Você não é adolescente, nem tem corpo escultural? Ainda bem, meninas que não sabem o que fazem com o corpo e com a cabeça não me atraem. Atrai-me a mulher que sabe olhar nos olhos, sabe abraçar, sabe rebolar, sabe chupar, sabe se dar para seu homem, sem pudor, sem frescura. E você sabe isso tudo. O seu jeito não me deixa dúvidas.

Você não quer se entregar, não quer me dizer que está gostando, que está querendo. Mas solte suas amarras, quero ver o tesão que sei que você tem por mim. Provoque-me, deixe-me com mais vontade de você. Não quero mais esse papo de amiga, de que é melhor não se aproximar. Sei bem que o que você tem em seus pensamentos e é o mesmo que eu tenho.

Sou canalha, sou safado. Sou casado, e quero te possuir. Você sabe disso. Mas, mesmo que você finja se importar, você simplesmente não liga para isso quando pensa em mim enquanto se toca, quando imagina meu corpo junto ao seu, te comendo, te fazendo gemer, te fazendo gozar. 

Isso não leva a nada? Discordo. Fantasiar é bom, sentir tesão é bom, e acumular essa vontade toda é bom demais, porque um dia, não tenho dúvidas, vamos nos ver. E aí, querida, que os Deuses saiam de perto, porque o chão vai tremer. E você vai gozar como nunca achou que faria.

sexta-feira, abril 05, 2013

Ah, sedutora!



Eu sou o cara que seduz. Que gosta de provocar aquela mulher casadinha que sente falta de uma trepada com tesão. Que gosta de provocar aquela solteirinha pouco experiente que quer se jogar ao prazer mas tem medo. Que gosta de provocar aquela mulher separada que está morrendo de vontade de viver novamente um sexo com desejo. Normalmente, é com essas mulheres que acabo saindo.
E, o que acontece? Eu comando, eu seduzo, eu me dedico a dar prazer a elas. Eu sinto prazer em dar prazer. Aumenta minha auto-estima saber que agradei, que elas sentem atração, desejo, tesão por mim. Gozo em saber que fiz gozar com meu jeito, com minha boca, com minha pegada.
Mas tenho uma amiga, uma amiga em especial que é linda, inteligente, agradável, gostosa, jovem, solteira e tarada. Uma mulher que é uma versão feminina de mim no jeito como vê o sexo. Ela pensa no sexo como algo para curtir, relaxar, trocar carícias, gozar e ser feliz. Sem pensar em sentimentos, sem pensar em compromissos. E ela também sente prazer em dar prazer. Ela quer saber se o homem está feliz, realizado, ao ir pra cama com ela.
Eis que quando saímos, ela assumiu o papel de ser a mulher que seduz, que é o objeto de desejo. Isto foi diferente para mim, mas confesso que adorei.
Adoro mulheres sedutoras. E adorei quando ela falou em meu ouvido que ela estava finalmente fazendo o que eu queria tanto, e me perguntou se eu não estava morrendo de vontade de dar um beijo nela, de tirar a roupa dela, de chupar seus seios, de acariciar o bumbum dela, e ao fazer isto, deixava cada um desses fatos acontecer.
Mulheres, façam isso com seus companheiros. Ela me levou à loucura com isto. E para completar, quando sentei na cama, doido de tesão, ela se ajoelhou e começou a fazer um oral delicioso em mim. Aquilo estava tão perfeito, tão prazeroso, que pela primeira vez pedi para uma mulher parar tudo. Eu estava a ponto de gozar deliciosamente como certamente nunca tinha feito. Mas, eu quero dar prazer também. Não vou ser derrotado por ela assim tão facilmente.
Deu-se um jogo sexual naquele quarto. Eu joguei-a deitada na cama e comecei a chupá-la, do jeito que adoro fazer e que sei que agrada. Ela não queria, de início, mas por fim relaxou e deixou-me tocar, beijar e chupar entre suas pernas até que ela finalmente gozou. E reclamou. Que eu não devia fazer aquilo, que eu é que tenho que gozar, que ela não deixa que façam assim com ela. Mas eu sou o sedutor, e não deixaria ela ganhar o jogo assim facilmente de mim.
Fui tomar um banho enquanto ela se recuperava, e quando saio, ela está lá, deitadinha, com aquele bumbum perfeito refletido no espelho. Eu, já com olhar tarado, puxo-a para mim de 4, e faço dela minha cachorrinha. Delicioso, e assim eu gozo, aquele gôzo a tanto desejado por mim.
Deitados, conversamos. E aí me lembro do maior motivo pelo qual a tenho como amiga há muito tempo. Adoro o sorriso dela, o jeito menina sapeca dela, o olhar alegre que ela tem. E nossa amizade, já bem sincera, se amplifica em nossa conversa, em nossas brincadeiras e provocações, agora inocentes. Carinho no cabelo, dedinho no rosto. Sexo e carinho, adoro essa combinação.
E um carinho vira um beijo. Um beijo vira um tesão. E eis que ela está me cavalgando, me dominando. E ela goza, sem me dar tempo. Ela tem prazer em dar prazer. E quando ela cai na cama, com o bumbum virado para mim, é minha hora de gozar. E é bom demais essa troca de poder, de comando.
E o dia acaba, e temos que ir embora.
E foi um sexo delicioso com uma amiga que ficou mais íntima, mais parceira, e cujo carinho entre a gente só aumentou.
As pessoas poderiam pensar no sexo mais dessa forma, só sexo. Carinho, alegria, prazer. É assim que vejo o sexo!
E este foi o dia em que eu tomei uma aula. Ah, sedutora!

segunda-feira, fevereiro 25, 2013

Viciante!


O que seria a tão falada química entre 2 pessoas? Atração física? Beijo bom? Sintonia na cama? Cheiro? A fase da mulher? Não, essa resposta não pode ser dada por mim. O que eu sei é que às vezes dá química, e às vezes não.

Mesmo eu achando uma pessoa atraente, se o beijo não “der liga”, me brocha totalmente. Pode não encaixar, não ser gostoso, sei lá... E quando o beijo não é bom, já sei que a coisa não vai andar. Pra mim, beijo é sempre muito importante! Meu melhor sexo com outra mulher que não a minha tinha sido o melhor beijo também!

Após algum tempo sem me permitir conhecer outra mulher, eis que conheço uma pessoa diferente das outras. É, pela internet, coisas da vida moderna! E a química na conversa já acontece, e com isso, a vontade de conhecer pessoalmente aumenta também!

Fisicamente não dava ainda para avaliar muito, mas os cabelos negros, a pele bem bronzeada, tudo sugeria uma mulher com forte presença sensual, aquela coisa de pele que tanto falo que é necessário! Viagem minha? Talvez, mas fantasiar é sempre bom, e só aumentava minha vontade!

Fantasiar é um exercício para uma pessoa. E que tal tornar isso uma brincadeira de dois? Provocar é muito bom! E eu a provoquei, e ela também me provocou! Resultado? Tesão, desejo, ansiedade por tornar isto tudo real!

Acabamos por nos encontrar. Linda, forte personalidade, e transbordando a sensualidade que eu imaginei que ela teria.

Quando entramos no quarto, acontece aquele primeiro beijo com desejo! Delicioso! Excitante! Ela se deixa levar, e sobe em mim, fica sentadinha em meu colo enquanto tiro sua roupa, e vejo aquele bronzeado! Sim, sou tarado por marcas de biquíni, sou carioca porra! Seios rosinha, pele branquinha onde o sol não pega, e o dourado no resto do corpo! Seios que cabem direitinho em minha boca, e como eu os chupei!!!!

E aconteceu algo que raramente aconteceu em minhas saídas! Ela retribuiu cada toque, cada mensagem ao pé do ouvido, cada gemido! Ela se entregou ao desejo, ela me desejou tanto quanto eu a desejei, e foi uma sensação deliciosa! Parece óbvio o que digo aqui, mas nem sempre as coisas acontecem deste jeito! Sim, rolou uma química deliciosa!

Ela nua em cima de mim, roçando seu clitóris em meu pênis, ia me deixando louco, tonto, mole de tanto tesão! E perceber que ela gozou fazendo isto, me deixou muito tarado! 

O sexo oral é algo maravilhoso, mas que pouco recebo em casa, o que me frustra muito! Pois ela me matou a saudade de uma boca quente beijando e chupando com vontade, preocupada em dar prazer, em me fazer latejar de tanto tesão! Todo homem sabe, quando o oral é bom, temos que nos segurar para não adiantar o que deve ser saboreado por muito tempo! E eu me segurei bastante! Retribuí com o oral também, coisa que amo fazer, até a mulher não aguentar e me pedir para parar, pois gozou! E sim, ela gozou novamente na minha boca! 

Coloquei-a de 4 pois ela falou que adora assim! Olha que sorte a minha! Mulher que gosta de dominar, mas na hora de virar minha cachorrinha, gosta que pegue com força, que faça rápido com mãos firmes na cintura. Sim, coisa de pele! E os gemidos que ela deu nesta hora, foi uma coisa maravilhosa!

E terminamos no inocente papai e mamãe. Por quê? Porque gosto de ver o rosto de tesão dela, se arrepiando de prazer. Porque gosto de beijar na boca. Porque gosto de gozar olhando nos olhos.

E assim acabo o relato do sexo com mais química que tive com alguém.

Viciante!