terça-feira, novembro 13, 2018

Aquele Outro Tipo de Atração

Venho aqui primeiro me declarar. Sou homem. E o que diz nosso instinto? Deseje a mulher com curvas, seios fartos, bunda grande, cintura violão, pernas grossas, lábios chamativos.
Admito, procuro isto tudo em uma mulher. Sou homem, oras! A tal da atração é fundamental. Não sei o que é, só sei que quando aparece, já era. A gente quer conquistar. E quando se consegue alguém que você quer muito, é foda! Desculpe, essa é a melhor palavra!
Vivi as experiências que queria e procuro um novo tipo de atração. Sabe bem como é, a gente vai envelhecendo e a busca muda. Aliás, venho atualizar aqui, eu procurava! Achei alguma coisa que ainda não sei bem o que. Eu me deparei recentemente com uma situação que vou te falar, não sei como descrever. Vou tentar aqui um nome, um rótulo: atração intelectual! Isso, faz essa cara esquisita, eu também não entendo!
Fato é que ela é sim bonita, ela é sim uma mulher atraente. Não poderia ser diferente. Homem, instinto, ah já expliquei!
Mas é mais que isso. Conheci a parte intelectual dela primeiro. Conversamos muito e aos poucos fui conhecendo-a como ser pensante, e que desafio é ser interessante para ela. Ela é inteligente, sensível, acima da média. E isso provocou meu instinto. E o desafio só aumentou à medida que ela se mostrou inacessível. Vontade de conquistá-la bateu forte, e quando acontece isto, já vi que to em maus lençóis! Porque sou meio mimado, admito. Quando eu quero, eu insisto até conseguir.
Nossas conversas, olho no olho, foram um festival de mensagens subliminares nas palavras, nas atitudes, no corpo. Ela se esquivava, mas gostava. Do meu olhar, minha descrição do que era interessante (nela). Eu percebia que fazia bem a ela, mesmo ela fingindo ignorar.     
E o tempo passou, eu paciente, ela foi me dando sinais também. Ela escrevia para mim, coisas que não se escreve, somente se pensa. E mesmo que não dizendo que era sobre mim, estava tudo lá, o desejo latente, a vontade de estar bem íntima comigo. Ela é minha em pensamento, não havia mais como negar.
E a vontade dos dois, eu fiz acontecer. Armei uma armadilha. Pense em uma ratoeira com aquele queijo brie delicioso. Eu morro feliz, mas não resisto a tentar pegar. E morremos em uma noite lá em casa, com a desculpa de tomarmos um vinho e conversarmos sobre nosso livro favorito. Aquela série que ela já leu todos, e eu ainda estou no segundo.
O vinho fazendo efeito, e a conversa sobre aquele romance improvável (o do livro) não tardou a darmos detalhe sobre como é uma paixão avassaladora, o que nos dá tesão, e o quanto - finalmente disse – sinto atração por ela. Antes que ela pudesse ignorar, puxei-a para cima de mim e a encarei, desafiando-a a não me beijar após ver meu olhar de desejo e meu membro enrijecido tocando as coxas dela. E não, meu amigo, ela não resistiu. O beijo foi forte, foi rápido, e pude finalmente sentir aqueles lábios que tanto fantasiei beijar. Não tardou para as roupas caírem e eu poder sentir aquele corpo todo, ver e sentir cada curva que eu só imaginava.
E vou dizer, meu amigo, não me inveje por favor, mas tenho que dizer que ela é perfeita. Ela se entregou como nunca vi, a gente queria se tocar, se provar, se sentir, e a excitação não parava de crescer. Aquela boca passando pelo meu corpo me deixa louco até agora só de lembrar, e entrelacei meu corpo com o dela de uma forma que perdi o chão. Nunca esqueço o jeito dela, o olhar de tesão, de prazer. Foi uma noite inesquecível.
Mas ela não pode ser minha por completo, eu entendo. No dia seguinte, conversamos sobre o livro novamente, como sempre fazemos. Sem os excessos da noite anterior. Não mencionamos o que houve, foi um momento especial que não cabe a outro dia.
E tenho que te dizer, começamos a ler outro livro. E por isso estou aqui no mercado, procurando o vinho para nossa próxima discussão.

“Eu só aceito a condição de ter você só pra mim. Eu sei, não é assim, mas deixa eu fingir... e rir!”

sexta-feira, novembro 10, 2017

Machista Millenial

Venho confessar a vocês. Eu sou machista. Mas não, não violento mulher, não as subjulgo, não as quero trancada em casa fazendo os afazeres domésticos para mim. Deixa eu me intitular então Machista Millenial. O que seria isso? Vamos lá...

Acredito na diferença de gêneros. Somos diferentes sim. Seja por instinto (animais agem diferentes de acordo com gênero, e somos animais não?), seja por repetição social, as mulheres costumam ser mais zelosas, calmas, os homens possuem mais atitude, mais ímpeto. Só por escrever isso, sei que muitas mulheres me bateriam, mas é o que eu penso.

E por isso, algumas características me chamam muito atenção e me atraem nas mulheres. Por isso, algumas mulheres tidas como lindas e que chamam atenção de muito homem, não me enchem os olhos.

Ok, chega de embromar. Esse texto é só para falar da minha gaúcha e como o jeito dela me deixa babando.

Para começar, e mesmo que ela reclame, eu tenho que dizer. Ela é linda. Sou do time do Vinicius de Morais: As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental. Nem posso botar foto aqui para provar a vocês, mas acreditem, não é todo dia que se vê essa beleza toda. As feministas que me perdoem, mas se é machismo pensar assim, eu novamente digo, sou machista!

Mas ela é mais que beleza. Ela é carinhosa, meiga. Mulher tem que ser feminina, delicada, saber te conquistar com um chamego. Mulheres, acalmem seu homem, faça-o ver que ele tem um docinho ao lado dele, que dá aquela sensação de bem estar, de felicidade. Ela faz isso comigo. Cada momento com ela é como se o mundo parasse, e nada mais importasse, somente o carinho, o cuidado, o zelo dela comigo. Aquela voz com sotaque gaúcho, meio cantado, ao pé do ouvido, cantando o amor dela por mim, é algo único para mim.

E a mulher dos meus sonhos e da minha realidade tem algo que não sei explicar, mas vocês mulheres devem entender: tem que ter aquele tchan que faz você olhar nos olhos, e depois baixar os olhos e observar todo o resto. Que faz você, inconscientemente, morder os lábios, molhá-los com a língua, e imaginar mil safadezas. Juro, não sei explicar, é minha parte animal falando. Mas todos sabem como é, todos já viram cena assim na rua. E eu, putaquipariu, pude sentir essa sensação e fazer mais do que fantasiar, pude fazer ser real essa fantasia instintiva que tive com ela.

E por fim, o que todo homem quer em uma mulher, é que ela saiba tratá-lo bem na cama. A mulher que sabe dar prazer, sente muito mais prazer. Porque ela instiga o homem, ela o deixa com fogo nos olhos, excitado a ponto de não conseguir se segurar. Pois bem, pessoal, ela é assim. E faz isso com amor. Com tesão. É paixão pura o sexo com ela. Eu já fico aqui todo ofegante só de lembrar, querendo mais e mais tudo que já tivemos.


Ela é gaúcha, é tri. Mas como bom carioca, eu prefiro falar: ELA É FODA!

sexta-feira, setembro 29, 2017

ODE A UMA PAIXÃO


Afortunados são os que alguma vez já se apaixonaram na vida.

Eu sou um deles. Aliás, eu tenho a felicidade de ter me apaixonado várias vezes pela mesma mulher, ao longo de vários anos.

Parece clichê sentimental, mas vou lhe explicar.

Meu relacionamento, por vários motivos, nunca foi diário, e por um bom tempo, nem houve um contato pessoalmente, o que é angustiante por um lado, mas vendo agora por esse prisma histórico, fez tudo ser diferente, crescente, tântrico.

Aprendi primeiramente a ser amigo, confidente, íntimo nas emoções. Ela é minha melhor amiga.

A beleza dela é destacada. Disso não há dúvidas. Fisicamente. Mas a personalidade dela é muito bela também, e a cada descoberta, a cada risada, a cada atitude que nem sei explicar, mas sei sentir, me dava uma injeçãozinha de paixão. Teclar com ela já não bastava. Ouvir a voz dela, não bastava também. Vê-la em um retângulo de 5 ou 20 polegadas, também não.

Mas não se enganem. Não tem nada de platônico nisto. This girl is on fire. Ela é um mulherão, daquelas que sabe e diz o que quer. Que sente a vontade de um abraço, de um beijo, uma pegada. Coisa que sinceramente não estava acostumado a ver apontado para mim. Tome-lhe shot de paixão.

Sim, hoje sou outro homem e graças a ela. Ela me fez ver que tenho qualidades, que posso me achar interessante. Senti-me desejado como nunca antes, e como fez bem pela minha auto-estima!

A urgência em nos vermos crescia. Sim, acabamos por nos conhecer, tive-a próxima a mim, mas como nada nessa história é convencional, não tivemos o outro por completo. Ainda não. Mas nossa curva do relacionamento nunca foi acentuada, vamos a mais um aumento gradual em nossa relação, e em nossa paixão.

Tivemos alguns momentos de afastamento, até algumas mágoas aconteceram. Chegamos a imaginar que nunca mais nos veríamos nem nos falaríamos, mas alguma coisa, seja terrena, espiritual ou cósmica (ok, mais um clichê meus amigos, mas deixa estar, essa história merece!) nos trazia sempre de volta um ao outro.

Mas vamos lá, essa não é uma história de príncipe e princesa, é a vida real, e a paixão clama por uma intimidade. Meu desejo por ela estava incontrolável, e quando a tive por completo, meus amigos, é algo que não consigo descrever. A ansiedade e a insegurança acabaram, e ficou só o fogo. Nunca desfrutei dos prazeres da carne assim. Nunca havia sentido a paixão tão incendiada como aconteceu. Momentos especiais que nunca sairão do meu íntimo.

Tivemos alguns outros momentos assim, essa proximidade nos deu a certeza de que temos algo alem do mundano. Não sei explicar (mais uma vez), mas ela é A mulher. Sorte de quem encontrar alguém assim.

Ok, deixa eu contar uma coisa pra vocês, mas acho que vocês já sabem. Essa não é somente uma história de paixão. É uma história (também) de amor. Ah, eu sou sentimental às vezes, me deixa!

Não, não somos um casal tradicional, não nos vemos diariamente, mas pera lá, não me julgue. Você pode muito bem dormir com alguém ao seu lado e nem dizer eu te amo, nem fazer carinho no seu companheiro.

Tenho muito amor por ela, muita paixão também, meu coração palpita sempre que me aproximo dela. 

Meu coração é dela, e afortunados são aqueles cujos corações estão na mão de um outrem!


* Ao som de OutroEu - O Que Dizer De Você?

quinta-feira, março 24, 2016

Inseparáveis

Inseparáveis.
É o que somos.

A gente tenta ficar longe, não se falar.
Mas a saudade vem. O pensamento não para de nos trazer de volta.

Tivemos nosso momento juntos. Olhei nos seus olhos, senti seu cheiro, me arrepiei com seu corpo. Achei que nunca teríamos isso.

Mas, não devíamos mais nos falar. Eu não devia mais pensar em você, imaginar sua presença ao meu lado, seja com amigos, seja em um ponto turístico, seja na cama. Mas é o que acontece. Não consigo controlar.

Nem sempre é correto o desejo que sai de mim.


Inspirado em “Suricato – Inseparáveis”

sexta-feira, outubro 10, 2014

O Canalha



Sempre ouvi minhas amigas mulheres falarem do homem canalha, que vive uma ilusão com elas e depois joga tudo pelo ralo, às vezes até confessando mentiras e as mal tratando
E eu sempre as consolei, sempre disse que homem é canalha, para elas não se sentirem mal pois elas são especiais, e são eles que possuem falhas.
Pois eu fui o canalha da vez.
Eu e minha branquinha gaucha nos apaixonamos. Passou a ser mais do que somente carinho, vontade, desejo ou carência. Aliás, foi mais do que paixão. Foi amor. Estávamos completamente caídos um pelo outro. E isso afetou minha outra vida. Eu já demonstrava a todos em volta que minha esposa não era o meu amor, que eu tinha um outro amor, e as coisas estavam caminhando para explodir cedo ou tarde.
Minha esposa notou, e quando mulher quer, ela descobre. E descobriu. Cheguei a uma encruzilhada em que devia decidir onde eu seria canalha, pois canalha eu já era. E não consegui ficar longe do meu filho, e não dei conta de me separar de alguém por quem eu sentia responsabilidade de cuidar, e que queria fazer dar certo.
E no meu atropelo, fiz muita coisa errada com minha gaúcha. E a magoei demais.
Me arrependo amargamente de não ter conversado com ela na época como ela merecia, acho que fiz ela se sentir um pouco usada, jogada fora.  Não pensei direito na ocasião.
Fui canalha, fiz um mal enorme a ela, e fiz ela ter ódio de mim. Com razão.
Sinto muita falta da minha paixão por ela. Mas sinto mais ainda de nossa amizade.
Penso muito nela, sempre! De nossas conversas, de nossos conselhos, de nossa intimidade, de cada jeito dela. Do jeito dela olhar, sorrir, o jeito dela falar, eu sabia exatamente o que ela pensava e o que ela diria.
Ela é muito especial, e exatamente por isso, sei que procurá-la só vai fazer mal a ela.
Quero vê-la feliz, e ela hoje não será feliz se eu ficar atrás dela.
Quem sabe um dia ela não resolve me dar um oi, dizer que está bem, e dizer que me perdoa.

Acho que não acontecerá, mas é o que me resta. Não vou me aproximar. Amo-a demais para fazê-la sofrer de novo...



Hoje eu vejo que não consigo entender
O que houve entre nós
Eu ainda consigo ouvir sua voz
Me dizendo o que eu já sei

Tudo tem um começo e um fim
Eu vejo a dor em seu olhar
E mesmo sem querer eu te deixo partir
Pra que possa tentar ser feliz outra vez
Recomeçar

E quando eu me perco em suas memórias
Vejo o espelho contando histórias
Sei que é difícil de esquecer essa dor
E quando penso no que vivemos
Fecho os olhos, me perco no tempo
Pra mim não acabou

Tudo tem um começo e um fim
Eu vejo a dor em seu olhar
E mesmo sem querer eu te deixo partir

Banda Malta - Memórias




terça-feira, julho 30, 2013

A Contradição da Paixão



Não! Não quero amor!

Naquele dia você me pediu muito amor, e eu dei    
Mas hoje você mexeu comigo
Hoje você me deixou com desejo, com tesão
Hoje quero mostrar o homem que você me ensinou a ser
Quero arrancar sua roupa como um bicho
Beijar seu corpo com lábios fortes
Te chupar até você pedir para parar, sem fôlego
Te chamar de gostosa, safada, delícia
Te pegar de 4, apertar sua cintura, apertar com força sua cintura
Fazer você me cavalgar com vontade, rebolar, suar
Ver sua cara de tesão, ouvir seus gemidos, sentir seus orgasmos
Mas uma regra nesse sexo selvagem eu tenho que quebrar
Vou beijar muito a sua boca
Porque adoro tua boca
Porque eu adoro gozar com um beijo
E porque, no fim das contas, eu te amo e quero seu amor
É, eu quero amor. Não dá pra ser diferente

A contradição da paixão!

terça-feira, abril 16, 2013

Pensamentos Vulgares



Quando você me pergunta o porquê desta provocação, eu digo: porque você me atrai.

Quero você. Quero sentir seu cheiro, provar sua boca, tirar sua roupa, e te ter para mim.

Você não é adolescente, nem tem corpo escultural? Ainda bem, meninas que não sabem o que fazem com o corpo e com a cabeça não me atraem. Atrai-me a mulher que sabe olhar nos olhos, sabe abraçar, sabe rebolar, sabe chupar, sabe se dar para seu homem, sem pudor, sem frescura. E você sabe isso tudo. O seu jeito não me deixa dúvidas.

Você não quer se entregar, não quer me dizer que está gostando, que está querendo. Mas solte suas amarras, quero ver o tesão que sei que você tem por mim. Provoque-me, deixe-me com mais vontade de você. Não quero mais esse papo de amiga, de que é melhor não se aproximar. Sei bem que o que você tem em seus pensamentos e é o mesmo que eu tenho.

Sou canalha, sou safado. Sou casado, e quero te possuir. Você sabe disso. Mas, mesmo que você finja se importar, você simplesmente não liga para isso quando pensa em mim enquanto se toca, quando imagina meu corpo junto ao seu, te comendo, te fazendo gemer, te fazendo gozar. 

Isso não leva a nada? Discordo. Fantasiar é bom, sentir tesão é bom, e acumular essa vontade toda é bom demais, porque um dia, não tenho dúvidas, vamos nos ver. E aí, querida, que os Deuses saiam de perto, porque o chão vai tremer. E você vai gozar como nunca achou que faria.